The Art of Decay
A Triptych on Rot and Revelation
This digital triptych was born from a personal challenge: to leave my aesthetic comfort zone and immerse myself in a universe where beauty is found in the ephemeral, the decomposed, and the poetically imperfect. Created in a classroom context, this set of collages is an exercise in letting go—both technically and conceptually.
Each piece explores the idea of decay as a process of revelation. Far from being an end, rot is here seen as a state of transformation, where layers are stripped away, text emerges through tears, and truth appears only when we allow the surface to unravel.
Este tríptico digital nasceu de um desafio pessoal: abandonar a zona de conforto estética e mergulhar num universo onde a beleza se encontra no efêmero, no decomposto e no poeticamente imperfeito. Criado no contexto de uma aula, este conjunto de colagens é um exercício de desprendimento — tanto técnico quanto conceitual.
Cada peça explora a ideia de decadência como processo de revelação. Longe de ser um fim, a podridão é aqui encarada como um estado de transformação, onde camadas são removidas, textos emergem entre rasgos, e a verdade aparece apenas quando permitimos que a superfície se desfaça.


Project developed in an academic context, as a creative exploration around the themes of transience, identity, and revelation through the medium of digital collage.
Projeto desenvolvido no âmbito académico, como exploração criativa em torno dos temas da transitoriedade, identidade e revelação através do medium da colagem digital.
We begin with the warning, “Not yet corpses. Still, we rot.”, introducing the notion of a continuous, living deterioration—a decay that does not wait for death, but accompanies us in life.
Começamos com o aviso "Not yet corpses. Still, we rot.", introduzindo a noção de uma deterioração contínua e viva — um apodrecimento que não espera pela morte, mas que nos acompanha em vida.
Bringing together Nietzsche and Wilde, I question perception and definition: who are the invisible dancers? What is identity when we refuse the limits of words? 
Aliando Nietzsche e Wilde, questiono a percepção e a definição: quem são os dançarinos invisíveis? O que é a identidade quando recusamos os limites das palavras? 
We complete the cycle by proposing death as art—not as tragedy, but as a conscious craft, signed by Atticus. 
Completamos o ciclo, propondo a morte como arte — não como tragédia, mas como ofício consciente, assinado por Atticus.

Working with overlays, visual textures and typographic fragments, these collages seek to materialize the passage of time and the hidden beauty in what is falling apart. They were a challenge to my own habitual visual language, and an invitation to find harmony in chaos, meaning in erosion, and a voice in the silence of images that allow themselves to be corrupted. 
Trabalhando com sobreposições, texturas visuais e fragmentos tipográficos, estas colagens procuram materializar a passagem do tempo e a beleza oculta no que está a desfazer-se. Foram um desafio à minha própria linguagem visual habitual, e um convite para encontrar harmonia no caos, significado na erosão e voz no silêncio das imagens que se deixam corromper.
Thank you!!
Obrigada!!

You may also like

Back to Top